Dicas:
1° Se eles te zoarem, seja superior a eles não ligue, pois vc não é o que eles estão falando.
2° Conte para seus pais TUDO do que eles te chamam, para eles contarem na direção, se eles não forem vc faça isso que eles não fizeram.
3° Se não adiantar peça para os pais tirarem vc da escola.
4° Se eles não fizerem isso vc continua falando na direção até o acusado ser expulso!
5° Anote tudo o que eles te chamarem, a data e o que eles fizeram com vc.
A história do Bulliyng:
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullyingdireto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
Estudante:
COMPROMISSO PARA OS ESTUDANTES
O bullying tem consequências para todos os envolvidos e pode fazer da vida de alguém um verdadeiro pesadelo. As pessoas se sentem isoladas, tristes e têm medo de ir à escola. Eu tenho o poder de acabar com o bullying me envolvendo de algumas formas. Este é o meu compromisso:
Não ficarei calado – Vou dizer algo quando vir crianças humilhando ou machucando outras. Eu vou falar sobre bullying com os meus amigos e com os adultos que me rodeiam. Vou mostrar para todo mundo que acho que maltratar os outros está errado.
Serei um defensor – Vou ajudar a todos aqueles que possam precisar do meu apoio, e não apenas os meus amigos próximos. Não ficarei calado quando alguém estiver sendo maltratado.
Serei um exemplo — Serei um modelo a seguir todos os dias, mostrarei que podemos conviver bem na minha escola, resolvendo conflitos pacificamente. Não vou maltratar ou excluir ninguém, espalhar fofocas, seja pessoalmente, pelo celular ou computador.
Prevenir o bullying começa comigo. Ao assumir este compromisso posso mudar a minha vida e a de outra pessoa para melhor. Vou encaminhar esta mensagem para os meus amigos e familiares, e aumentar o número de pessoas dispostas a dizer: chega de bullying.
Dica para Adultos: Pais e Educadores
Normalmente, os menores, mais novos ou mais vulneráveis são as vítimas dos agressores. Eles escolhem as crianças que consideram diferentes, as que não usam roupas da moda, que vêm de uma minoria étnica, social ou racial. Por exemplo: as mais atrapalhadas, mais gordinhas, que têm as melhores notas ou que sejam tímidas. A verdade é que quem está a fim de machucar, humilhar ou excluir alguém do seu grupo de amigos não precisa de muito. O agressor não só humilha as vítimas como também afeta as testemunhas, especialmente quando elas não sabem o que fazer a respeito.
O bullying virtual se espalha viralmente pela web e pode fazer a vítima se sentir humilhada constantemente, de uma forma difícil de deter.
Não é uma piada, não é uma brincadeira, o bullying é inadmissível.
Em algumas escolas, o bullying pode até ser tolerado e considerado um comportamento normal, parte do crescimento. E algumas vezes os professores acham que não podem fazer nada. Isso acabou e está na hora de dizer: chega de bullying!
Em algumas escolas, o bullying pode até ser tolerado e considerado um comportamento normal, parte do crescimento. E algumas vezes os professores acham que não podem fazer nada. Isso acabou e está na hora de dizer: chega de bullying!
A boa notícia é que todas as crianças têm o direito de viver sem ser vítimas da violência. Elas têm o direito de frequentar escolas seguras, onde todos se respeitam e onde os adultos assumam a responsabilidade de protegê-las.
Para acabar com o bullying, precisamos nos manifestar e nos informar, não podemos ficar calados. As crianças podem sim pôr um fim a isso com a ajuda dos seus pais, professores e outros adultos. Mas é preciso planejar, discutir, ter coragem e agir de maneira prática para lidar com o problema de forma eficiente.
Se não ficarmos calados, podemos fazer das escolas locais onde todas as crianças aprendem e se divertem juntas. Isso fará com que o respeito mútuo seja uma regra em toda a comunidade.
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